
{"id":8227,"date":"2023-01-04T11:18:04","date_gmt":"2023-01-04T10:18:04","guid":{"rendered":"https:\/\/www.iefc.net\/?p=8227"},"modified":"2023-11-17T14:16:17","modified_gmt":"2023-11-17T13:16:17","slug":"iufro-conference-division-7","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.plantedforests.org\/pt\/iufro-conference-division-7\/","title":{"rendered":"Resumo da reuni\u00e3o da Divis\u00e3o 7 da IUFRO, de Setembro de 2022, relativa \u00e1 investiga\u00e7\u00e3o sobre o nem\u00e1todo do pinheiro"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.plantedforests.org\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/IUFRO-CONFERENCE-1024x768.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8239\" width=\"641\" height=\"481\" srcset=\"https:\/\/www.plantedforests.org\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/IUFRO-CONFERENCE-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/www.plantedforests.org\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/IUFRO-CONFERENCE-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.plantedforests.org\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/IUFRO-CONFERENCE-150x113.jpg 150w, https:\/\/www.plantedforests.org\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/IUFRO-CONFERENCE-768x576.jpg 768w, https:\/\/www.plantedforests.org\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/IUFRO-CONFERENCE.jpg 1066w\" sizes=\"(max-width: 641px) 100vw, 641px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Figura: K. Nakamura-Matori<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\">O congresso IUFRO que juntou toda a Divis\u00e3o 7 (Sanidade Florestal. Patologia e Entomologia) teve lugar em Lisboa entre os dias 6 e 9 de Setembro de 2022 e contou com 350 participantes (mais 60 em remoto) provenientes de 41 pa\u00edses.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\">A sess\u00e3o dedicada \u00e0 Doen\u00e7a da Murchid\u00e3o dos Pinheiros (Pine Wilt Disease &#8211; PWD) causada pelo Nem\u00e1tode da Madeira do Pinheiro (NMP &#8211; <em>Bursaphelenchus xylophilus<\/em>) teve uma participa\u00e7\u00e3o muito significativa com 14 apresenta\u00e7\u00f5es orais divididas em 3 subsess\u00f5es e 15 p\u00f3steres.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\">Foram abordados quatro temas gerais:<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"has-black-color has-text-color wp-block-heading\">1. <strong>Dispers\u00e3o e prospe\u00e7\u00e3o do NMP<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\">Decorreram mais de 100 anos desde que a Doen\u00e7a da Murchid\u00e3o dos Pinheiros (DMP &#8211; PWD), causada pelo NMP chegou ao Jap\u00e3o, primeira ocorr\u00eancia na regi\u00e3o sudoeste, tendo-se posteriormente dispersado pelo pa\u00eds at\u00e9 atingir os climas mais frios e zonas de maior altitude. Nas zonas onde a doen\u00e7a j\u00e1 se encontra h\u00e1 mais tempo, os pinheiros nativos (<em>Pinus thunbergii<\/em> e <em>P. densiflora<\/em>) foram quase totalmente exterminados, com fortes consequ\u00eancias econ\u00f3micas na ind\u00fastria de madeira e outras atividades, tais como a produ\u00e7\u00e3o de cogumelos. A morte dos pinheiros teve ainda impacto na prote\u00e7\u00e3o contra o vento, preserva\u00e7\u00e3o dos solos e na paisagem tradicional japonesa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\">A dete\u00e7\u00e3o do NMP na Rep\u00fablica da Coreia do Sul ocorreu h\u00e1 mais de 30 anos, quando, em 1988, foram encontrados pouco exemplares num pequeno n\u00famero de pinheiros, nas montanhas perto de Busan. Agora, em 2022, a DMP j\u00e1 foi reportada em 135 distritos, concelhos ou cidades. O n\u00famero de pinheiros infestados (principalmente <em>P. thunbergii<\/em> e <em>P. densiflora<\/em>) oscilou ao longo do tempo tendo ultrapassado os 2 milh\u00f5es em 2014. Em 2021 as novas infesta\u00e7\u00f5es decresceram para 390,000, mas na \u00faltima \u00e9poca de prospe\u00e7\u00e3o, voltaram a aumentar em cerca de 22.6%.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\">Durante estes 30 anos a investiga\u00e7\u00e3o e a prospe\u00e7\u00e3o evolu\u00edram consideravelmente. A metodologia \u201cNFC electronic tags\u201d \u00e9 utilizada para regi\u00f5es onde a prospe\u00e7\u00e3o no terreno n\u00e3o \u00e9 efetuada, tendo sido implementado o sistema de registo com c\u00f3digos QR para a monitoriza\u00e7\u00e3o e diagn\u00f3stico da presen\u00e7a do NMP nos pinheiros mortos, permitindo a verifica\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o em \u201ctempo-real\u201d e a sua utiliza\u00e7\u00e3o nas medidas de gest\u00e3o da floresta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\">A sequencia\u00e7\u00e3o do genoma das popula\u00e7\u00f5es de NMP da Coreia revelou uma estrutura extremamente estratificada, composta por duas linhagens principais que apresentam uma diversidade gen\u00e9tica muito limitada, parecendo estar relacionadas com introdu\u00e7\u00f5es independentes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\">Em 1999, o NMP foi detetado em Portugal em pinheiro-bravo (<em>Pinus pinaster<\/em>) e nos 20 anos subsequentes milhares de pinheiros foram mortos anualmente, apesar dos esfor\u00e7os da Autoridade Florestal Nacional (agora ICNF), que seguiram as diretrizes da Comiss\u00e3o Europeia (Commission Implementing Decision 2012\/535\/EU). Durante os \u00faltimos 11 anos mais de 83,500 amostras compostas de madeira provenientes de pinheiros com sintomas de decl\u00ednio foram analisadas, tendo-se registado uma taxa de 8% de resultados positivos quanto \u00e0 presen\u00e7a do NMP, sendo que nenhuma das dete\u00e7\u00f5es positivas se encontravam na Zona Tamp\u00e3o de 20 km definida ao longo da fronteira com Espanha. As a\u00e7\u00f5es para a conten\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a j\u00e1 levaram ao abate de 18 milh\u00f5es de pinheiros no territ\u00f3rio continental de Portugal (2.9 milh\u00f5es na Zona Tamp\u00e3o) e \u00e0 captura de cerca de 43,000 insetos-vetores (<em>Monochamus galloprovincialis<\/em>) nas armadilhas multifunil instaladas com atrativo. Um novo foco da doen\u00e7a foi detetado em 2009 na ilha da Madeira e em outubro de 2008 ocorreu a primeira dete\u00e7\u00e3o em territ\u00f3rio espanhol. Este foco foi declarado erradicado em 2013 mas posteriormente novos focos foram encontrados em C\u00e1ceres, As Neves, Valverde del Fresno, Sancti-Spiritus e Lagunilla (sendo este \u00faltimo o mais afastado da fronteira com Portugal, cerca de 70 km).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\">Na Am\u00e9rica do Norte, onde o NMP \u00e9 nativo causando danos muito limitados nos pinheiros aut\u00f3ctones, foi detetado pela primeira vez em madeira de <em>Pinus palustris<\/em>, no estado do Louisiana. Nos \u00faltimos 10 anos, a aplica\u00e7\u00e3o de regulamenta\u00e7\u00e3o mais rigorosa sobre o NMP levou \u00e0 an\u00e1lise de grande n\u00famero de amostras de madeira na Divis\u00e3o Agron\u00f3mica do Departamento de Agricultura da Carolina do Norte (Agronomic Division of the North Carolina Department of Agriculture &amp; Consumer Services). Entre 2012 e 2022, foram analisadas 67,135 amostras de madeira de pinheiro e emitidos 7,462 certificados fitossanit\u00e1rios (USDA\/APHIS\/PPQ), para exporta\u00e7\u00e3o de madeira. Apenas em 2.15% das amostras foram detetadas pequenas quantidades de NMP.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\">A dete\u00e7\u00e3o de NMP em amostras de madeira \u00e9 realizada pelo m\u00e9todo de extra\u00e7\u00e3o pelo funil de Baermann ou outra modifica\u00e7\u00e3o (como o m\u00e9todo do tabuleiro) sendo recomendadas 24 ou 48 horas. Um estudo apresentado determinou que a exposi\u00e7\u00e3o de 24h \u00e0 temperatura de 25\u00baC permitiu a obten\u00e7\u00e3o de cerca de 80% dos nem\u00e1todes presentes na madeira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\"><strong>2. <strong>Din\u00e2mica e dispers\u00e3o da Doen\u00e7a da Murchid\u00e3o dos Pinheiros<\/strong><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\">Recentemente foi registada a mortalidade de pinheiros nativos dos Estados Unidos da Am\u00e9rica (<em>P. ponderosa<\/em>) associada \u00e0 infe\u00e7\u00e3o pelo NMP, no estado do Colorado. A prospe\u00e7\u00e3o efetuada nos \u00faltimos anos de pinheiros com sintomas e de insetos cerambic\u00eddeos (<em>Monochamus clamator<\/em> e <em>M. scutellatus<\/em>) capturados em armadilhas, na floresta e em ambiente urbano, permitiu a determina\u00e7\u00e3o do per\u00edodo de voo dos insetos e das taxas de infesta\u00e7\u00e3o pelo NMP de 3.6% das amostras de madeira e 4.2% dos insetos. Foi pela primeira vez registada a associa\u00e7\u00e3o do NMP com <em>M. clamator<\/em> nos EUA.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\">At\u00e9 recentemente foi assumido que nas condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas de Portugal, os pinheiros infestados naturalmente pelo NMP desenvolveriam sintomas visuais (amarelecimento da copa) ainda no mesmo ano. Todavia, permanecia alguma incerteza quanto \u00e0 possibilidade de ocorrer lat\u00eancia (pinheiros infestados sem desenvolverem sintomas). Para avaliar a probabilidade de ocorr\u00eancia de lat\u00eancia nos sintomas da infesta\u00e7\u00e3o por NMP, foi desenvolvido um modelo matem\u00e1tico (ETpN) que definiu 3 regi\u00f5es para Portugal; surgimento de sintomas no ano de infesta\u00e7\u00e3o (murchid\u00e3o); sintomas no ano seguinte \u00e0 infesta\u00e7\u00e3o (lat\u00eancia); aus\u00eancia de sintomas visuais (sem murchid\u00e3o).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\">Um ensaio de campo foi realizado em tr\u00eas pinhais representativos das regi\u00f5es clim\u00e1ticas definidas pelo modelo (ETpN), entre os meses de junho e novembro, com a inocula\u00e7\u00e3o de cinco pinheiros saud\u00e1veis com 10.000 NMP, no tronco abaixo da copa, com o recurso ao equipamento Arbojet Quick-Jet.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\">Os pinheiros inoculados foram abatidos duas semanas ap\u00f3s detec\u00e7\u00e3o visual dos sintomas de murchid\u00e3o e a madeira amostrada para dete\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a do NMP. No final do ensaio todos os pinheiros inoculados remanescentes foram tamb\u00e9m abatidos e amostrados. Foram efetivamente observados casos de lat\u00eancia na regi\u00e3o respetiva, mas na regi\u00e3o onde era previsto n\u00e3o ocorrer qualquer sintoma, as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas prevalecentes n\u00e3o eram compat\u00edveis pelo que os pinheiros desenvolveram sintomas de murchid\u00e3o no ano da inocula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\">Uma vez que a dispers\u00e3o natural da doen\u00e7a da murchid\u00e3o dos pinheiros est\u00e1 dependente do voo dos insetos-vetores, para defini\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias para a prote\u00e7\u00e3o dos pinhais, foi estudado o per\u00edodo, a capacidade e a velocidade de voo de <em>M. saltuarius<\/em> e <em>M. alternatus<\/em> (insetos-vetores da Coreia), com recurso a moinhos-de-voo. Para <em>M. saltuarius<\/em> a dist\u00e2ncia m\u00e9dia de voo por sess\u00e3o foi de 0.43km para as f\u00eameas e de 0.50km para os machos. A dist\u00e2ncia percorrida durante toda a sua vida foi de 1.93km (m\u00e1ximo de 5.21km) para as f\u00eameas e de 2.71km (m\u00e1ximo de 5.73km) para os machos. No que respeita a <em>M. alternatos<\/em> a dist\u00e2ncia m\u00e9dia percorrida por sess\u00e3o foi de 1.53km para as f\u00eameas e 2.05km para os machos e no total da vida foi de 6.64km (m\u00e1ximo de 15.35km) para as f\u00eameas e 9.89km (m\u00e1ximo de 29.01km) para os machos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\">Tendo em aten\u00e7\u00e3o esta grande capacidade de voo dos insetos-vetores do NMP, a dispers\u00e3o natural da doen\u00e7a foi avaliada ao longo de um transepto com 100m de largura e 6km de extens\u00e3o delimitado numa mancha cont\u00ednua de pinheiro-bravo (<em>P. pinaster<\/em>), na regi\u00e3o centro de Portugal, com o seu in\u00edcio na localiza\u00e7\u00e3o de um pinheiro infestados pelo NMP em 2018, numa freguesia at\u00e9 ent\u00e3o isenta da doen\u00e7a da murchid\u00e3o dos pinheiros. Durante os anos de 2019 e 2020, entre os meses de Maio e Outubro, foram colocadas ao longo do transepto 30 armadilhas multifunil com o atrativo Galloprotect 2D-plus, colocadas aos pares (distando 50m entre elas). Todos os <em>M. galloprovincialis<\/em> capturados foram contabilizados e avaliou-se em laborat\u00f3rio se transportavam NMP. Nos Invernos de 2019\/20 e 2020\/21 o transepto foi percorrido e todos os pinheiros que exibiam sintomas de decl\u00ednio foram abatidos e analisados para a presen\u00e7a do NMP. Na prospe\u00e7\u00e3o de 2019\/20 foram detetados 65 pinheiros em decl\u00ednio dos quais apenas dois estavam contaminados pelo NMP estando ambos localizados a menos de 100m do foco inicial.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\">No entanto, no inverno de 2020\/21 j\u00e1 foram encontrados 104 pinheiros em decl\u00ednio ou mortos, dos quais dez estavam infestados pelo NMP. Estes pinheiros mortos foram encontrados distribu\u00eddos ao longo de todo o transepto e alguns dos pinheiros infestados encontravam-se na zona final. Paralelamente, dos 510 <em>M. galloprovincialis<\/em> capturados nas armadilhas durante 2020, 35 transportavam NMP, tendo quarto sido capturados nas armadilhas colocadas mais longe do ponto inicial do transepto.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\">Assim, no espa\u00e7o de um ano (entre 2020 e 2021) os insetos-vetores dispersaram rapidamente a doen\u00e7a da murchid\u00e3o ao longo dos 6km do transepto, tendo alguns transportado o NMP (6.4%).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\">Outro estudo apresentado, realizado em Fran\u00e7a, focou-se &nbsp;na quantifica\u00e7\u00e3o da dispers\u00e3o do inseto-vetor (<em>M. galloprovincialis<\/em>) &nbsp;atrav\u00e9s da conetividade gen\u00e9tica das popula\u00e7\u00f5es numa paisagem homog\u00e9nea de pinheiro-bravo e noutra heterog\u00e9nea composta por povoamentos de pinheiro e de folhosas. O estudo envolveu a captura de insetos em armadilhas iscadas com atrativos, tendo a maior parte das desloca\u00e7\u00f5es ocorrido entre setores geogr\u00e1ficos, sugerindo longas desloca\u00e7\u00f5es.&nbsp; &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\"><strong>3. <strong><strong>Intera\u00e7\u00f5es entre \u00e1rvores hospedeiras \u2013 NMP &#8211; outros microorganismos<\/strong><\/strong><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\">O NMP utiliza o estilete para perfurar as paredes celulares e libertar enzimas hidrol\u00edticas para atuar contra os glicanos constituintes das paredes. Esp\u00e9cies de pinheiros consideradas muito (<em>P. pinaster<\/em>) e pouco suscet\u00edveis \u00e0 doen\u00e7a da murchid\u00e3o foram inoculadas com NMP e avaliou-se a progress\u00e3o da doen\u00e7a, em condi\u00e7\u00f5es controladas de temperatura do ar e humidade do solo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\">As paredes celulares das plantas inoculadas foram caracterizadas com recurso a t\u00e9cnicas de espectroscopia vibracional tendo os dados preliminares revelado diferen\u00e7as significativas entre a composi\u00e7\u00e3o das paredes celulares de pinheiros-bravos inoculados e testemunha (n\u00e3o-inoculados), sendo que os compostos fen\u00f3licos s\u00e3o aparentemente utilizados como resposta defensiva dos pinheiros \u00e0 inocula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\">A intera\u00e7\u00e3o interespec\u00edfica entre o NMP e outros microrganismos simbiontes parece ter um papel na promo\u00e7\u00e3o da invas\u00e3o e da sua patogenicidade. Sinais moleculares e qu\u00edmicos influenciam positivamente a sobreviv\u00eancia, reprodu\u00e7\u00e3o e dispers\u00e3o do NMP. Por outro lado, a caracteriza\u00e7\u00e3o da din\u00e2mica das intera\u00e7\u00f5es entre o NMP e os fungos (utilizando diferentes abordagens com especial enfase \u00e0 an\u00e1lise meta-gen\u00f3mica) poder\u00e1 permitir compreender o seu papel no desenvolvimento da doen\u00e7a e poder\u00e1 fornecer pistas para quebrar o ciclo infecioso. Com efeito, a diversidade e estrutura da comunidade f\u00fangica no pinheiro-bravo varia consoante o avan\u00e7o da doen\u00e7a da murchid\u00e3o, sugerindo que a presen\u00e7a do NMP afeta a comunidade de fungos end\u00f3fitos. Diferen\u00e7as nas comunidades f\u00fangicas da \u00e1rvore hospedeira e do NMP foram detetadas tendo os Ophiostomatales sido apenas encontrados em <em>P. pinaster<\/em> infestados.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\"><strong>4. <strong><strong><strong><strong>Meios de controlo e estrat\u00e9gias de gest\u00e3o da Doen\u00e7a da Murchid\u00e3o dos Pinheiros<\/strong><\/strong><\/strong><\/strong><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\">A estrat\u00e9gia do corte-raso, geralmente implementada ap\u00f3s a dete\u00e7\u00e3o de novos focos da doen\u00e7a da murchid\u00e3o dos pinheiros em zonas anteriormente isentas, foi comparada com a estrat\u00e9gia de corte seletivos das \u00e1rvores mortas ou com sintomas. Esta \u00faltima estrat\u00e9gia, combinada com uma prospe\u00e7\u00e3o intensiva, revelou ser mais ben\u00e9fica para o controlo da doen\u00e7a em termos de custo-efic\u00e1cia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\">No Jap\u00e3o, o controlo da doen\u00e7a tem sido baseado na destrui\u00e7\u00e3o dos pinheiros infestados, conjugada com a pulveriza\u00e7\u00e3o preventiva com inseticida e inje\u00e7\u00e3o no tronco dos pinheiros saud\u00e1veis com nematodicida, abordagens com elevados custos e confrontadas com as crescentes restri\u00e7\u00f5es ao uso de pesticidas. Assim, atualmente os esfor\u00e7os concentram-se em novas planta\u00e7\u00f5es com clones mais resistentes \u00e0 doen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\">Diferentes proveni\u00eancias de <em>P. pinaster<\/em> (portuguesas, espanholas, francesas e marroquinas) foram testadas quanto \u00e0 suscetibilidade ao NMP, em dois viveiros, sendo um pertencente ao programa oficial da Galiza (Espanha) e outro localizado nas Landes (Fran\u00e7a). Foram obtidas diferen\u00e7as significativas entre proveni\u00eancias e viveiros quanto \u00e0 sobreviv\u00eancia, desenvolvimento de sintomas visuais, altera\u00e7\u00f5es morfol\u00f3gicas dos pinheiros e as densidades das popula\u00e7\u00f5es de NMP. Foi poss\u00edvel definir um padr\u00e3o geogr\u00e1fico sendo as proveni\u00eancias origin\u00e1rias do Sudoeste da Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica mais resistentes \u00e0 doen\u00e7a da murchid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\">&nbsp;A efic\u00e1cia de diferentes formula\u00e7\u00f5es de Benzoato de emamectina contra o NMP foi avaliada em 16 locais da Coreia do Sul. As concentra\u00e7\u00f5es mais elevadas, (0.258 \u03bcg\/ml) foram mais eficazes na supress\u00e3o da reprodu\u00e7\u00e3o do NMP, apedar de se terem verificado varia\u00e7\u00f5es significativas na toxicidade sub-letal, que poder\u00e3o estar relacionadas com os ingredientes inertes utilizados nas diferentes formula\u00e7\u00f5es pelos diferentes produtores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\">Apesar de muito eficaz, o controlo qu\u00edmico geralmente utiliza compostos qu\u00edmicos sint\u00e9ticos muito agressivos e com efeitos adversos para os ecossistemas florestais e at\u00e9 para a sa\u00fade humana. Um esfor\u00e7o muito significativo tem sido feito para encontrar produtos mais sustent\u00e1veis para luta qu\u00edmica contra o NMP baseados em extratos vol\u00e1teis de produtos naturais, provenientes de plantas ou fungos. Os \u00f3leos essenciais s\u00e3o misturas complexas de vol\u00e1teis, principalmente extra\u00eddos por hidrodestila\u00e7\u00e3o de plantas arom\u00e1ticas apresentam &nbsp;propriedades medicinais que podem revelar-se t\u00f3xicos para o NMP, sendo contudo seguros para a \u00e1rvore-hospedeira e reduzido impacto no ambiente. De entre os testados, o \u00e1cido undecan\u00f3ico revelou forte atividade contra o NMP atingindo efic\u00e1cia sub-letal (EC50) com a concentra\u00e7\u00e3o 0.06 \u03bcg\/ml, enquanto o \u00e1cido decan\u00f3ico necessitou de uma maior concentra\u00e7\u00e3o (0.13 \u03bcg\/ml) para o mesmo efeito. Os pr\u00f3ximos passos na investiga\u00e7\u00e3o permitir\u00e3o determinar o potencial de \u00e1cidos saturados de cadeia m\u00e9dia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\">Outra linha de investiga\u00e7\u00e3o para o desenvolvimento de biopesticidas a serem integrados em estrat\u00e9gias sustent\u00e1veis para a gest\u00e3o da doen\u00e7a da murchid\u00e3o dos pinheiros. Estes estudos est\u00e3o a ser desenvolvidos em Portugal onde a procura de antagonistas revelou que os fungos nemat\u00f3fagos, <em>Esteya<\/em> <em>vermicola<\/em> e <em>E. floridanum<\/em>, produziram resultados preliminares muito promissores. Estes resultados est\u00e3o em linha com os efeitos protetivos resultantes da inocula\u00e7\u00e3o de <em>E. vermicola coreana<\/em> (G810) em pinheiros de grandes dimens\u00f5es efetuada nos Montes Wora (Coreia do Sul) e na prov\u00edncia de Kwangdong (China), com taxas de sobreviv\u00eancia a rondar os 50% e 60%, respetivamente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\">Estudos <em>in-vitro <\/em>realizados em Espanha com outras oito esp\u00e9cies de fungos com potencial nemat\u00f3fago revelaram que v\u00e1rias esp\u00e9cies de <em>Beauveria<\/em> (<em>B. bassiana <\/em>e<em> B. pseudobassiana<\/em>) e <em>Trichoderma citrinoviridae<\/em> n\u00e3o s\u00f3 suprimiram a reprodu\u00e7\u00e3o de <em>B. xylophilus <\/em>como revelaram efeitos letais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\"><strong>Lu\u00eds Bonif\u00e1cio &amp; Edmundo Sousa<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\">Instituto Nacional de Investiga\u00e7\u00e3o Agr\u00e1ria e Veterin\u00e1ria, I.P. (INIAV), Av. da Rep\u00fablica, Quinta do Marqu\u00eas, 2780-157 Oeiras, Portugal. <a href=\"mailto:Luis.bonifacio@iniav.pt\">Luis.bonifacio@iniav.pt<\/a>; GREEN-IT Bioresources for Sustainability, ITQB NOVA, Av. da Rep\u00fablica, 2780-157 Oeiras, Portugal<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\">Lu\u00eds Bonif\u00e1cio \u00e9 o coordenador do Grupo de Trabalho da IUFRO (international Union of Forest Research Organizations) dedicado \u00e0 doen\u00e7a da murchid\u00e3o dos pinheiros (Pine Wilt Disease &#8211; 7.02.10).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\"><a href=\"https:\/\/www.iufro.org\/science\/divisions\/division-7\/70000\/70200\/70210\/\">https:\/\/www.iufro.org\/science\/divisions\/division-7\/70000\/70200\/70210\/<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O congresso IUFRO que juntou toda a Divis\u00e3o 7 (Sanidade Florestal. 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